Contato

instrutor: Capitão Marcelo Visintainer Lopes
fone/whatsapp: (48) 988.11.31.23
escoladevelaoceano@gmail.com

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Intensivos de Verão em Porto Alegre - Vela Oceânica

Últimas turmas de verão em Porto Alegre...

Os dois cursos intensivos serão ministrados, extraordinariamente, a bordo de um Delta 26'.
O Veleiro Escola Wind 34' estará operando no verão em Paraty, junto à empresa Wind Charter.

* A partir de março os cursos e passeios serão realizados em Florianópolis.
* Novos cursos de vela em Porto Alegre somente para grupos fechados.


Janeiro (LOTADA)
Dias: 25 e 26
Horário: das 9h às 17h com almoço a bordo

Fevereiro (inscrições abertas)
Dias: 15 e 16
Horário: das 9h às 17h com almoço a bordo

Inscrições e informações pelo fone: (51) 8482.1584 ou pelo e-mail:
escoladevelaoceano@gmail.com

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Wind 34' TANGAROA é campeão geral ORC - Copa Jimny Suzuki 2013


Foto Aline Bassi/Balaio



O final de semana que encerrou a Copa Suzuki Jimny 2013 foi perfeito em vários aspectos: na água, regatas de alto nível, com vento entre 15 e 20 nós, sempre com sol e calor. Em terra, confraternização com a canoa de cerveja, premiações da Regata Volta à Ilha, Dia do Marinheiro, quarta etapa e a geral do ano. Os favoritos confirmaram os títulos, consolidando a competição como o circuito de vela oceânica mais importante do País, com média de 40 barcos em cada fase.
Neste domingo (8) a Comissão de Regatas montou novamente a raia na Ponta das Canas, no norte de Ilhabela e realizou duas regatas para a classe HPE e uma para as demais. A classificação da etapa e do campeonato praticamente não sofreram mudanças.
Na classe ORC, nenhuma surpresa. Na divisão A o Tangaroa, de James Bellini, garantiu a etapa e o título geral, depois de uma boa disputa com o Navega Brasil/Lexus. Na B, o Sextante enfrentou o Colin com larga vantagem e repetiu a dose do Tangaroa.
A ausência do campeão da temporada, o Loyal, de Marcelo Massa, permitiu que o Caballo Loco dominasse a raia da classe C30 nos últimos dois finais de semana. A tripulação de Mauro Dottori saiu invicta na quarta e última fase da competição e comemorou bastante o feito. O Loyal já havia assegurado o título, depois de vencer as três primeiras etapas.
HPE tem novo dono - Depois de três títulos seguidos, o Ginga teve de abrir mão da hegemonia na HPE. Mesmo com uma vitória e um segundo lugares neste domingo, o time de Breno Chvaicer foi superado pela maior regularidade do Relaxa Next/CAIXA, comandado por Roberto Mangabeira e reforçado pelo tetracampeão mundial de J24, Maurício Santa Cruz, o “Santinha”, que garantiu o ambicionado título, numa das classes mais disputadas da vela oceânica brasileira. A etapa final foi vencida pela incrível performance do Bixiga, de Pino di Segni, com quatro vitórias em cinco provas.
“Corremos tranquilos neste domingo, sabendo que o título estava na mão. O segredo foi a regularidade durante o ano inteiro, pois a competição é longa. O objetivo era chegar bem e não só ganhar. Para 2014, o grupo deve se manter e vamos buscar o Brasileiro e a Semana de Vela, os únicos campeonatos que ainda não ganhamos”, analisou o timoneiro do Relaxa Next/Caixa, que está em busca de patrocínio para lutar ano que vem pelo pentacampeonato mundial de J24.
As mulheres do Jazz vencem na RGS A - O Maria Preta deu show neste final de semana em Ilhabela. Ganhou duas regatas e empatou em primeiro em outra com o Inaê/Transbrasa. Com isso, garantiu o título da quarta etapa, mas não foi suficiente para alcançar o Jazz na classificação geral do campeonato. O time de Valéria Ravani velejou com tranquilidade nestes dois finais de semana, pois a taça já estava praticamente assegurada. Depois do vice-campeonato em 2012 chegou a vez de comemorar o lugar mais alto do pódio.
“Estou muito feliz pelo equilíbrio que a classe demonstrou nesta temporada, refletida pela mudança da liderança ao longo das etapas. Isso incentiva os velejadores e mostra como a classe está forte. Gostei muito de ter velejado com sete mulheres e dois homens, redistribuí as funções e organizei de forma que a equipe rendesse. Quero dar o exemplo para incentivar mais mulheres a velejar,” afirmou a comandante Valéria Ravani.
Quem também festejou, depois do vice no ano passado, foi o Asbar na RGS B. A equipe de Sérgio Klepacz nem foi para a água neste domingo, ficou no Yacht Club de Ilhabela saboreando o título. Com isso, o Kanibal, de Martin Bonato, se aproveitou e, depois de uma boa disputa com o Suduca, de Marcelo Claro, faturou a quarta etapa.
O Rainha/Empresta Capital, de Leonardo Pacheco, não teve adversários em 2013. Dominou a RGS C e conquistou o título, assegurado com antecedência. Ganhou as quatro etapas do final de semana e foi para o Yach Club de Ilhabela aproveitar a canoa de cerveja.
A classe RGS Cruiser teve uma disputa forte nos dois finais de semana. O Anequim, de Mitsuo Shibata, dominou este sábado e domingo, com quatro vitórias, mas a ausência na Regata Volta à Ilha, na semana passada, foi fatal. O BL3/Wind Náutica, de Clauberto Andrade, ganhou a última etapa do ano na somatória das cinco provas. Regular o ano inteiro, o Boccaluppo, de Cláudio Melaragano, comemorou o título de 2013.
Para fechar a programação do domingo, foi realizada no final da tarde, a premiação dos ganhadores da última fase da temporada. Estes receberam, além de medalhas, um belo troféu em madeira com a imagem estilizada do Farol dos Moleques, que fica no meio do Canal, entre São Sebastião e Ilhabela. A obra foi feita pelo artesão da ilha, Davi Borges. No encerramento, foi sorteada uma bicicleta da Suzuki. O ganhador, Márcio Gonçalves, tripulante do Kanibal, já saiu pedalando da premiação.
O ponto alto do final de semana, fora da água, acabou sendo o show do conjunto de Ilhabela, Tom Cats, que revisitou o rock dos anos 60 a 80, para a vibração de uma plateia entusiasmada. Depois vários bis e mais de 2h30 de show, o Tom Cats se despediu do Yacht Club de Ilhabela, com a certeza de ter feito o melhor show da temporada.
“O ano teve quatro etapas excelentes e procuramos intensificar a programação social , importante para manter os velejadores unidos e integrar os patrocinadores com a comunidade náutica. No sábado passado tivemos o dia mais bonito da competição, tanto na água como no clube. Tivemos uma boa média de barcos ao longo da temporada, o que mostra que o circuito continua sendo o mais importante da vela naciona”, resumiu Carlos Eduardo Souza e Silva, comandando do Orson/Mapfre, terceiro colocado na ORC A e diretor de vela do Yach Club de Ilhabela.
Vencedores da quarta etapa 
ORC A - Tangaroa (James Bellini)
ORC B - Sextante (Thomaz Shaw)
C30 - Caballo Loco (Mauro Dottori)
HPE - Bixiga (Pino di Segni)
RGS A - Maria Preta (Alberto Barreti)
RGS B - Kanibal (Martin Bonato)
RGS C - Rainha (Leonardo Pacheco)
RGS Cruiser - BL3/Wind Náutica (Clauberto Andrade)
Classificação final de 2013
ORC A

1º – Tangaroa (James Bellini) – 15 pontos perdidos
2º – Lexus/Chroma (Luiz Gustavo de Crescenzo) – 25 pp
3º – Orson/Mapfre (Carlos Eduardo Souza e Silva) – 38 pp
ORC B

1º – Sextante (Thomaz Shaw) – 14 pp
2º – Colin (Sebastian Menendez) – 31 pp
3º – Zeppa (Diego Zaragoza) – 35 pp
C30

1º – Loyal (Marcelo Massa) – 19 pp
2º – Barracuda (Humberto Diniz) – 35 pp
3º – Caballo Loco (Mauro Dottori) – 43 pp
HPE

1º – Relaxa Next/Caixa (Roberto Mangabeira) – 48 pp
2º – Ginga (Breno Chvaicer) – 59 pp
3º – Jimny/Bond Girl (Rique Wanderley) – 76 pp
4º – Fit to Fly (Eduardo Mangabeira) – 76 pp
5º – Bixiga (Pino di Segni) – 81 pp
RGS A

1º – Jazz (Valéria Ravani) – 24 pp
2º – Maria Preta (Alberto Barreti) – 40,5 pp
3º – Urca/BL3 (Pedro Rodrigues) – 45pp
RGS B

1º – Asbar II (Sergio Klepacz) – 18,5 pp
2º – Suduca (Marcelo Claro) – 26 pp
3º – Kanibal (Martin Bonato) – 30,5 pp
RGS C

1º – Rainha (Leonardo Pacheco) – 14 pp
2º – Ariel (Andreas Kugler) – 28 pp
RGS Cruiser

1º – Boccalupo (Claudio Melaragno) – 20 pp
2º – Cocoon (Luiz Caggiano) – 29 pp
3º – Brazuca (José Rubens Bueno) – 48 pp
Fan page no Facebook - A Copa Suzuki Jimny tem página no Facebook para divulgar as informações sobre a competição, velejadores e classes. Além disso, o espaço na internet é um ponto de encontro virtual para atletas, árbitros e fãs da modalidade. Para curtir e ter acesso às atualizações, basta acessar o Facebook e digitar Copa Suzuki Jimny – Circuito Ilhabela de Vela Oceânica.
A Copa Suzuki Jimny/XIII Circuito Ilhabela de Vela Oceânica foi organizada pelo Yacht Club de Ilhabela, com patrocínio master da Suzuki Veículos e co-patrocínio da SER Glass. Os apoiadores foram: Prefeitura Municipal de Ilhabela, Brancante Seguros, Rádio Antena 1 Litoral Norte e Delegacia da Capitania dos Portos em São Sebastião.

domingo, 3 de novembro de 2013

Wind Charter - alugue um veleiro em Paraty

A WIND BRASIL com toda a sua experiência no mercado náutico lança uma nova empresa que chega para revolucionar o mercado de locação de embarcações do país.
Trata-se da WIND CHARTER que oferece soluções completas para organizar sua viagem com serviço profissional, exclusivo e seguro.
Confira no site: www.windcharter.com.br

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Módulos I e II iniciam neste sábado

Duas novas turmas de Iniciação à Vela Oceânica iniciam no próximo final de semana:

Módulo I
Dias: 26, 27 de outubro, 09 e 10 de novembro.
Horário: das 8h às 13h

Módulo II
Dias: 26, 27 de outubro, 09 e 10 de novembro.
Horário: das 13h às 18h

Informações e inscrições pelo fone: (51) 8482.1584



Cais Mauá - início das obras é autorizado


Por Patrícia Comunello

A Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) deu o sinal verde para o começo das obras de revitalização do Cais Mauá, em Porto Alegre. A decisão, que era um dos pré-requisitos do contrato de concessão firmado pelo consórcio Porto Cais Mauá do Brasil (PCMB) para autorizar a intervenção mais aguardada na orla das últimas décadas, é considerado o último passo para finalmente deflagrar as melhorias na área de armazéns do antigo porto da Capital. Os representantes da PCMB informaram ontem que definirão nesta semana com os acionistas da empresa, que tem capital de grupos espanhóis, de investidores ligados à gestora NSG Capital e ao grupo Bertin, o novo calendário.
O diretor-executivo da PCMB, Ademir Schneider, informou que a expectativa é dar início à execução do projeto no começo de novembro. “Estou indo hoje (ontem) ao Rio de Janeiro, sede da NSG, para tratar do cronograma. Agora está em condições de começar”, declarou o diretor sem esconder o alívio. Na primeira fase, que envolve restauração e melhorias nos acessos e na infraestrutura, devem ser aplicados mais de R$ 60 milhões. Os projetos e autorizações da prefeitura e do patrimônio histórico estariam assegurados. A possibilidade de finalizar a fase um até a Copa do Mundo de 2014, compromisso que havia sido anunciado pelo consórcio, governo estadual e prefeitura da Capital, ainda não foi confirmada.
“A urgência é de terminar alguma coisa antes da Copa. O cronograma está muito atrasado”, admitiu Schneider. Em julho, os prazos previam conclusão até março do ano que vem, o que daria tempo de futuros operadores instalarem equipamentos. O complexo total é avaliado em mais de R$ 600 milhões, com torres comerciais, shopping center, hotel e área de eventos. Potenciais operadores ainda não estão sendo confirmados. ”Há muita dúvida sobre a execução devido à demora.” O grupo Vonpar, que previa montar uma área de lazer em um dos armazéns, anunciou que o projeto estava sendo reavaliado, pois não ficaria pronto para o Mundial.
A decisão do conselho da Antaq foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) ontem.  O processo estava em exame desde o começo de setembro na sede do órgão, em Brasília. Sem o aval, a direção da PCMB havia silenciado à espera da aprovação. Segundo o texto, a agência aprovou “o início das obras de revitalização do Complexo Cais Mauá do Brasil”. 
O projeto envolverá na primeira fase a restauração de 16 armazéns. Durante a execução das obras, a fiscalização será feita pela Antaq, que tem servidores de carreira em Porto Alegre, e pela Superintendência de Portos e Hidrovias (SPH), que representa a agência em questões do contrato e que receberá e fará a gestão e a aplicação dos R$ 3 milhões anuais a serem pagos pelo consórcio como arrendamento por 20 anos.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Regata Santos-Rio larga neste sábado com HPE 25' na raia


Correr a Regata Santos-Rio, que chega neste ano à 63ª edição, não será novidade para os oito "escalados", mas enfrentar 220 milhas náuticas (354 km) a bordo de um HPE 25, veleiro de apenas oito metros e sem cabine, exige mais do que experiência. É preciso que o velejador esteja preparado física e mentalmente para suportar o desgaste de uma travessia oceânica que deve se estender por mais de 40 horas, sem direito a qualquer tipo de abrigo. A situação é digna de fazer com que os oito tripulantes definidos para o Desafio Santos-Rio de HPE tornem-se candidatos à ‘heróis da vela’.
Os experientes Marcelo Bellotti eLuiz Rosenfeld serão os comandantes dos veleiros W.Truffi/SER Glass e W.Truffi/Suzuki, que partem do Iate Clube de Santos neste sábado (26), com destino ao Iate Clube do Rio de Janeiro, devidamente autorizados pela Marinha da Brasil, para fazer a travessia escoltados por um bote de apoio, pilotado pelo não menos experiente Cuca Sodré, juiz internacional de regatas. A equipe de Bellotti contará com Duda Molina, Marcos Hurodovich e Juan de La Fuente. Cada barco da classe HPE exige quatro tripulantes. Rosenfeld levará com ele, Marcelo Gomes, Sérgio Rocha e Juninho de Jesus. 
Equipes experientes
O critério para a escolha dos tripulantes foi rigoroso, considerando-se a experiência que todos já viveram a bordo em outras embarcações. Bellotti idealizou o Desafio com o apoio de Rosenfeld e o aval do parceiro Duda Molina. Estabelecido o projeto, teve início o processo de seleção. Bellotti e Duda são vice-campeões mundiais de Lightning e sul-americanos de Snipe. Ambos também ficaram na segunda colocação da classe HPE na Copa Suzuki Jimny de 2012 com o SER Glass Eternity. Neste ano, estão novamente brigando pelo título da competição com o mesmo veleiro em Ilhabela.
Outros dois ‘lobos do mar’ completam a tripulação do W.Truffi/SER Glass. Marcos Hurodovich, com mais de 100 mil km navegados em regatas e travessias por todo o planeta, incluindo-se a expedição à Antártida com o Paratii, com Amyr Klink, e Juan de La Fuente, campeão da classe HPE na Semana de Vela deste ano em Ilhabela com o veleiro Ginga e considerado um dos melhores ‘acertadores’ de barco, principalmente pela trimagem das velas. 
No W.Truffi/Suzuki, o comandante Rosenfeld, construtor dos barcos HPE, com participações nas principais competições da vela de oceano, como a própria Santos-Rio e a Semana de Vela de Ilhabela, terá as companhias do sócio e também fabricante do HPE, Marcelo Gomes, de Sérgio Rocha, campeão da Semana de Vela e de outras regatas internacionais de classes oceânicas, sempre com a tripulação de Eduardo Souza Ramos, além de Juninho de Jesus, natural de Ilhabela, ‘top ten’ no Mundial de Snipe disputado recentemente no Rio de Janeiro e vencedor da última etapa da Copa Suzuki Jimny com o HPE Fit to Fly.
O idealizador do Desafio Santos-Rio de HPE, Bellotti, está seguro de que os tripulantes das duas embarcações têm qualidades suficientes para que a regata seja concluída conforme planejado."Contaremos com a experiência do Sérgio, um dos melhores velejadores do País em regatas longas; o forte do Juninho é a velocidade, ele é muito competitivo; o Marcelo conhece o barco como ninguém, afinal é o fabricante, e o Juan é perfeito para o Desafio porque além de talentoso é muito disciplinado e vai fazer com que tudo funcione conforme o previsto.




sexta-feira, 4 de outubro de 2013

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

sábado, 28 de setembro de 2013

Previsão para amanhã - Porto Alegre


Fonte: www.tempook.com.br

Velejada do sábado


Nem o tempo chuvoso atrapalhou o andamento da turma do módulo I que iniciou no final de semana passado.
Amanhã é a última aula, já sem chuva e com boa previsão de vento.
Que venha o módulo II...

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Novas turmas iniciam neste final de semana

No próximo sábado, 21 de setembro iniciam novas turmas de vela.
Pela manhã, das 8h às 13h, a turma de módulo I e à tarde, das 13h às 18h, a turma de módulo III.
As aulas serão nos dias 21, 22, 28 e 29 de setembro
A previsão do tempo para o final de semana é promissora, já que a chuva antecipou para sexta-feira (pela previsão de hoje - 17/09).


A partir de hoje estará disponível nos links de meteorologia o site "TEMPO OK". A configuração das informações é bem interessante e parece que vai ser mais uma boa opção entre as muitas que já temos disponíveis.
O endereço é: www.tempook.com.br

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

sábado, 14 de setembro de 2013

"Cultura Náutica" nas escolas portuguesas

Fonte: http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Educacao/Interior.aspx?content_id=3416129&page=-1

Cerca de 450 alunos de seis escolas de Viana do Castelo vão passar a ter atividades náuticas semanais incluídas no plano curricular já a partir deste mês, num projeto que a autarquia diz ser pioneiro no país.
O programa "Náutica nas Escolas" envolve 18 turmas do ensino básico e secundário do concelho, inserindo, por decisão de quatro agrupamentos de escolas, a prática semanal de 90 minutos de surf, canoagem, remo ou vela a estes alunos, no plano curricular da disciplina de educação física.
"Queremos democratizar o acesso a estas modalidades, criando um espírito e cultura náutica nos alunos. Isso contribuirá para a afirmação de Viana do Castelo como cidade náutica do Atlântico", disse hoje, em conferência de imprensa, o vereador com o pelouro do Desporto naquela Câmara.
Desta forma, acrescentou Vítor Lemos, será também potenciada a utilização dos quatro novos centros náuticos daquelas modalidades - inseridos no projeto da autarquia denominado "Centro de Mar" -, inaugurados nos últimos meses no concelho através de um investimento global superior a sete milhões de euros.
A prática destas modalidades em contexto curricular será feita nos centros náuticos, envolvendo os docentes da disciplina e os treinadores dos respetivos clubes que asseguram o funcionamento de cada espaço.
As aulas arrancam já este mês, com o início do ano letivo, e os alunos, no âmbito da disciplina de educação física, serão avaliados durante a sua prática, mantendo, por exemplo, o limite de faltas.
A Câmara de Viana do Castelo vai assegurar a aquisição e disponibilização aos estudantes do material de treino necessário para as aulas, avaliado em 50 mil euros, bem como o transporte destes alunos (30 mil euros).
No âmbito do mesmo projeto, quatro das escolas envolvidas vão também criar clubes náuticos próprios para estas modalidades, envolvendo este ano letivo, estima Vítor Lemos, mais 200 estudantes, número que ainda poderá crescer.
A autarquia admite que, no plano curricular, a prática de surf, canoagem, remo ou vela poderá ser alargada a outras escolas no próximo ano letivo, sublinhando que o projeto, inspirado num modelo desenvolvido em França, é pioneiro, nesta dimensão, em Portugal.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Estaleiro em Porto Alegre...

Jefferson Klein

A licença de instalação para a construção de uma unidade de produção de módulos de plataformas de petróleo na Capital gaúcha foi liberada na tarde de ontem pela prefeitura de Porto Alegre. O empreendimento é uma parceria entre a Ecovix-Engevix Construções Oceânicas (empresa que já conta com operações no polo naval de Rio Grande) e o Grupo Irigaray. A perspectiva é de que a iniciativa gere cerca de 3 mil empregos diretos e indiretos.
O Jornal do Comércio antecipou em janeiro a intenção das duas companhias e o fato de que os grupos esperavam apenas as liberações governamentais para desenvolver o complexo. O estaleiro ficará localizado no Cais Navegantes, entre a Cesa e o local no qual se encontravam as carcaças de navios paraguaios (próximo à região da rodoviária). O total da área do empreendimento abrange cerca de 51,5 mil metros quadrados. O projeto prevê a recepção, armazenagem, montagem, consolidação e embarque de estruturas metálicas e componentes vinculados à construção naval. 
O CEO do Grupo Irigaray, Eduardo Irigaray, considera a iniciativa como histórica para a Capital. O executivo adianta que agora, com a licença em mãos, as obras serão retomadas, e a operação de montagem dos módulos poderá começar antes do final do primeiro semestre de 2014. Os módulos serão trabalhados na Capital e depois poderão seguir para o polo naval de Rio Grande para serem acoplados nos cascos de plataformas.
Os módulos serão transportados para a Metade Sul pela hidrovia, através de barcaças. Irigaray afirma que, hoje, não há uma estimativa sobre quanto será o investimento final no complexo. Até junho deste ano, foram investidos cerca de R$ 2 milhões apenas na preparação da área.
“Além da geração de empregos, a chegada deste empreendimento irá garantir um incremento de 25% na receita da SPH (Superintendência de Portos e Hidrovias)”, comemora o superintendente da autarquia, Pedro Obelar. Serão destinados cerca de R$ 2 milhões em receita ao ano para a SPH, devido ao aproveitamento do espaço. 
Conforme informações da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Smam), a licença estabelece condicionantes e restrições, como a colocação de placa no local informando sobre a licença da Smam para obra, juntamente com as responsabilidades técnicas. Dentre outras obrigações, deverão ser postos sistemas de controle de emissões atmosféricas oriundas dos processos de corte e solda e apresentação de projeto detalhado de caixa separadora de óleo e lama, segundo o Decreto Municipal 9.750/90. O empreendedor deverá, ainda, elaborar projeto de tratamento acústico nos espaços fechados, de forma a minimizar sons excessivos, além de separar os resíduos, sendo vedada a queima a céu aberto. Terá, também, de implementar na íntegra o Plano de Gerenciamento Integrado de Resíduos Sólidos.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

terça-feira, 3 de setembro de 2013

domingo, 1 de setembro de 2013

Wind 34' Tangaroa lidera a Copa Jimny Suzuki 2013


Dois Winds 34' entre os 05 primeiros colocados da categoria mais importante da vela brasileira.
O Infinity aparece em 5º e o Tangaroa em 1º.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Cursos de vela - setembro


Arrais Amador - Agosto

Inscrições pelo fone: 3268.0080 ramal 224 com Iara
Clube dos Jangadeiros - POA/RS

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Entraves técnicos atrasam estação do Barra Shopping



Em princípio, uma iniciativa que parecia que não enfrentaria maiores obstáculos acabou se alongando mais do que se esperava: o novo trecho do catamarã, ligando a zona Sul de Porto Alegre ao Centro da Capital e à cidade de Guaíba. Apesar de o píer para receber a embarcação já ter sido construído nas proximidades do BarraShoppingSul, a empresa CatSul aguarda a liberação dos órgãos governamentais para começar a operação que, inicialmente, estava prevista para o primeiro semestre deste ano.
Um fator que torna mais complexo esse processo é o número de pastas envolvidas na situação. Como se trata de transporte municipal (entre o Centro da Capital e a zona Sul) e metropolitano (até Guaíba), abrange a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) e a Fundação Estadual de Planejamento Metropolitano e Regional (Metroplan). E, como ainda inclui operação de uma embarcação pelo Guaíba, atinge também a Marinha e a Superintendência de Portos e Hidrovias (SPH).
O capitão-de-fragata da Marinha Carlos Henrique de Lima Zampieri informa que, no caso da futura hidrovia, o Levantamento Hidrográfico realizado encontra-se em análise no Centro de Hidrografia da Marinha (CHM). Zampieri acrescenta que o projeto para estabelecimento dos necessários auxílios à navegação ainda não foi recebido para análise. Na quarta-feira, o capitão-de-fragata reuniu-se com o diretor-superintendente da Metroplan, Oscar Escher, para discutir aspectos relacionados à segurança do tráfego aquaviário.
Escher ressalta que a Marinha somente aceitará a regularização do canal de acesso ao píer se for feita uma batimetria multifeixe - sistema de leitura do canal que gera uma nuvem de pontos para se ter uma visão tridimensional do fundo do lago. No entanto, essa tecnologia não está disponível no Rio Grande do Sul. Escher afirma que a Metroplan assumirá a execução de uma nova batimetria e da sinalização adequada. O dirigente estima o investimento na ação, que será terceirizada, em até R$ 200 mil. A meta é de que em agosto seja concluído o processo de contrataçãoe em setembro faça-se o serviço. 
O superintendente da SPH, Pedro Obelar, comenta que a Marinha alterou, recentemente, as regras de como os levantamentos hidrográficos devem ser feitos. Está vigorando a Normam 25 - Normas da Autoridade Marítima para Levantamentos Hidrográficos. Na quarta-feira, o dirigente estava justamente no Rio de Janeiro, participando de um encontro com a Marinha, para discutir as questões técnicas dos levantamentos hidrográficos e quando se exige a batimetria multifeixe ou a monofeixe. O oceanógrafo da MAG - Mar, Ambiente e Geologia Serviços Gustavo Ortiz detalha que a multifeixe trata-se de um método acústico e é como se fosse uma projeção de um cone para o leito do mar ou rio para obter o recolhimento de dados. Ortiz acrescenta que as atuais cartas náuticas da Marinha são feitas através do sistema multifeixes.

Transporte poderia ser iniciado rapidamente
Tão logo seja dada a liberação pelos órgãos competentes, a operação no BarraShoppingSul pode começar quase que imediatamente, diz o diretor de Operações da CatSul, Carlos Bernaud. O empresário crê que o novo trecho será uma realidade ainda neste ano.
Antes disso, até o final de agosto, deve entrar em operação o terceiro catamarã na linha atual: Porto Alegre-Guaíba. Essa embarcação terá uma capacidade superior a das atuais, com 145 lugares. Em um primeiro momento, não deve ocorrer mudança na frequência das viagens, porém a empresa está se preparando para o aumento de demanda. Situações como as obras de ampliação da CMPC Celulose Riograndense devem contribuir para isso. Os catamarãs que fazem hoje a ligação entre os dois municípios têm capacidade para transportar 120 passageiros sentados. As embarcações podem completar os 14,5 quilômetros entre as hidroviárias de Guaíba e Porto Alegre em cerca de 20 minutos. O transporte pela hidrovia iniciou em outubro de 2011 e em março deste ano o passageiro de número 1 milhão fez a travessia. Esperava-se que o trecho do BarraShoppingSul começasse a ser percorrido em abril. Na época, projetava-se que o transporte urbano (entre o Centro de Porto Alegre e a zona Sul) custaria R$ 5,00, e o preço do metropolitano (Capital - Guaíba), seja do Centro ou do shopping, seria R$ 7,25. 
Além da Marinha, SPH e Metroplan está inserida na questão a EPTC. Contudo, o diretor-presidente da EPTC, Vanderlei Cappellari, prefere não conceder entrevistas sobre o assunto no momento. De acordo com a assessoria de imprensa da empresa, a EPTC está acertando com os órgãos envolvidos os últimos detalhes para a implantação da linha até o shopping, mas não há data prevista para concretizar a iniciativa.


quarta-feira, 31 de julho de 2013

Tire as suas dúvidas - perguntas mais frequentes

1.     Como funciona o curso de vela?
2.     Existem pré-requisitos para aprender a velejar?
3.     É preciso ter barco próprio para aprender?
4.     Em que cursos eu posso me inscrever inicialmente?
5.     Quais são os dias e horários das aulas?
6.     Posso velejar em outros dias e horários fora dos finais de semana?
7.     Que tipo de roupas e acessórios eu devo levar para o curso?
8.     Gostaria de entender como será a minha primeira aula.
9.     Qual a carga horária do curso?
10.  Existem outras opções de cursos para um aluno formado?
11.  Qual o tamanho das turmas?
12. Posso aprender a velejar no meu próprio veleiro?
13.   Depois de formado eu posso continuar velejando sem ter que comprar um barco?
14. Porto Alegre é um bom local para velejar?
15.  Quais as vantagens do curso ser ministrado por módulos?
16.  O que é ensinado em cada módulo?
17.   Por que eu deveria aprender a velejar com a Oceano?

Respostas:

1.  Como funciona o curso de vela?

1.1 O curso de Iniciação à Vela Oceânica é ministrado a bordo do Veleiro Escola Oceano VI (modelo Wind 34’ do estaleiro Wind Brasil).
1.2 A carga horária total é de 86 horas, divididas em quatro módulos.
1.3 De março a dezembro, os módulos são realizados em dois finais de semana (04 aulas de 5 horas – turnos manhã “ou” tarde) e nos meses de janeiro e fevereiro o formato é de “intensivo” (01 final de semana com 02 aulas de 10 horas – das 8h às 18 com almoço a bordo).
1.4 Não é obrigatória a conclusão de todo o curso. Você cursa apenas os módulos que desejar.
1.5 As aulas são práticas e a teoria é aplicada a bordo, geralmente com o barco em movimento.  


2.  Existem pré-requisitos para aprender a velejar?

Não existem pré-requisitos. Os cursos são voltados para pessoas sem nenhuma experiência.
Se você já fez algum curso em outra escola poderemos indicar módulos mais avançados, conforme o seu nível de experiência.
Se você possui alguma limitação física converse conosco e faremos uma avaliação para melhor atendê-lo a bordo.


3.  É preciso ter barco próprio para aprender?

Não é preciso. Fornecemos o veleiro e todos os equipamentos necessários para o seu aprendizado.


4.  Em que cursos eu posso me inscrever inicialmente?

O ideal é você conversar com o instrutor antes de realizar a inscrição.
Evite investir tempo e dinheiro em treinamentos desnecessários. 


5.  Quais são os dias e horários dos cursos?

Sábados e domingos com duas turmas, sendo uma pela manhã e outra à tarde.
A turma da manhã tem horário das 8h às 13h.
A turma da tarde tem horário das 13h às 18h.


6.  Posso velejar em outros dias e horários fora dos finais de semana?

Sim, nos dias e horários que você preferir (de segunda a sexta das 06h às 23h30).
Esta modalidade é chamada de “Personal Sailing”. São planos de 05, 10, 20 ou mais horas.
A principal vantagem, além da flexibilidade de horários, é a possibilidade de uma aula ser transferida quando as condições de tempo e vento não estiverem boas. O instrutor realiza um contato no dia da sua aula e informa o seu parecer meteorológico. Você também poderá acompanhar as condições através dos sites indicados por nós e a decisão de velejar ou não é sua!


7.  Que tipo de roupas e acessórios eu devo levar para o curso?

Leve uma mochila ou bolsa de viagem de tamanho médio com os seguintes itens:
Primavera e verão: tênis de sola clara, abrigo impermeável, bermuda/calça, casaco, toalha e uma muda de roupa seca (para trocar se necessário).
Outono e inverno: todos os itens acima e mais o gorro de lã, luvas, calça quente e casaco grosso e quente.
Máquina fotográfica, óculos de sol, protetor solar e boné também são elementos essenciais.


8.  Gostaria de entender como será a minha primeira aula.

É importante que você para a primeira aula preparado para velejar (traga as roupas e acessórios da pergunta nº 07).
A bordo: primeiro você será apresentado ao veleiro escola e depois iniciará a identificação dos principais cabos de trabalho e também das velas e outros materiais que compõem a montagem de um barco à vela.
Em seguida identificamos a direção do vento e avaliamos a ordem correta para a liberação dos cabos de amarração.
Feito isto desatracamos o barco e rumamos para um local com espaço suficiente para subir a vela principal.
Na seqüência abrimos a vela de proa (genoa) e desligamos o motor.  Pronto, o barco está velejando!
A partir de agora todas as manobras de vela e leme serão realizadas por você e por seus colegas, com as dicas do instrutor, é claro!


9.  Qual a carga horária do curso?

A carga horária é de 86 horas, assim divididas:
- Módulo I- 20 horas
- Módulo II - 20 horas
- Módulo III- 20 horas
- Módulo IV - 26 horas


10.   Existem outras opções de cursos para um aluno formado?

Depois de formado você poderá partir para o estudo por disciplina como nos exemplos a seguir: meteorologia, manutenção e costura de velas, manutenção em fiberglass, manutenção de motores, primeiros socorros, combate a incêndio, navegação estimada, GPS, reboque e salvamento, regulagens de mastro, preparação para viagens, marinharia, manobras, culinária de bordo, elétrica básica, hidráulica básica, comunicações e muitas outras...


11.   Qual o tamanho das turmas?

Cada turma tem no máximo 06 alunos.


12.   Posso aprender a velejar no meu próprio veleiro?

Sim. Este serviço é chamado de “Sail Coach”.
Elaboraremos em conjunto um plano de trabalho que atenda os seus objetivos, metas e horários. Os planos de horas são os mesmos do Personal Sailing (05, 10, 20 ou mais horas).


13.   Depois de formado eu posso continuar velejando sem ter que comprar um barco?

Sim, com certeza!
Estas são as opções para a manutenção do seu aprendizado:
1.  locação do veleiro escola com skipper;
2.  locação de veleiros Ranger 22’ (duas primeiras horas com instrutor);
3.  locação de monotipos da classe Dingui (duas primeiras horas com instrutor);
4. locação de monotipos da classe Flash 13,5 (duas primeiras horas com instrutor);
5.  tripulante em travessias na Lagoa dos Patos;
6.  tripulante em regatas do calendário de vela do RS;
7.  tripulante em travessias na costa do Brasil;
8.  ouvinte em módulos já cursados (manutenção do aprendizado).


14.   Porto Alegre é um bom local para velejar?

O Lago Guaíba é um local privilegiado para a prática de esportes náuticos e dentre as suas características destacam-se:
1. Grande extensão (aproximadamente 70 km)
2. Boa largura (variando de 2 a 20 km)
3. Boa profundidade (média de 2 a 3m)
4. Excelentes condições de vento
5. Grande diversidade de ambientes naturais (da Mata Atlântica preservada até as praias desertas de areias brancas e vegetação nativa)
6.   Ótimas enseadas com abrigos para a instrução em dias mais ventosos


15.   Quais as vantagens do curso ser ministrado por módulos?

A primeira vantagem é pedagógica. O ideal é que exista um intervalo entre um programa e outro para que haja boa sedimentação do aprendizado, ainda mais que velejar não é algo que você consiga treinar em casa.
A segunda é a baixa ocupação dos seus finais de semana. Seriam necessários 07 finais de semana consecutivos para que o curso completo fosse concluído.
A terceira é a diluição do investimento.

Curiosidades:
A maioria dos nossos alunos conclui o curso ao longo de um ano e não é incomum a conclusão em mais tempo. Desta forma a chance de você realizar a compra de veleiro por impulso é reduzida a quase zero.
Se por alguma razão você desejar se formar mais rapidamente (já comprou o barco antes de aprender a velejar ou pretende realizar uma viagem pela costa, etc.), poderá suprir esta demanda através da contratação de pacotes individuais.


16.   O que é ensinado em cada módulo?

Módulo I: velas, adriças e escotas, enrolador de genoa, funcionamento do motor, equipamentos de salvatagem, direção do vento, espias, aproar e desaproar, rumo, ângulos navegáveis, orçar e arribar, regulagem das velas, navegação de través, cambada, funções a bordo, fundamentos da atracação e desatracação, RIPEAM (Manobra), preparação de desembarque, nomenclatura I, nós I.

Módulo II: Regras de Segurança, fundear e suspender, navegação contra o vento, orçar e arribar pela bússola, jaibe, navegação com vento de popa, regulagens finas I, atracação e desatracação avançada, RIPEAM (Luzes e Marcas), nomenclatura II, nós II.

Módulo III: Simbologia das cartas náuticas, rizo da vela grande, troca de genoa, técnicas de contra-vento e VMG, regulagens finas II, técnicas de vento a favor, atracação e desatracação à vela, técnicas avançadas de manobra, RIPEAM (Sinais Sonoros), asa de pomba, balizamento I, nomenclatura III, nós III.

Módulo IV: meteorologia, navegação estimada, GPS, VHF, vela balão e gennaker, desencalhe, Homem ao Mar, manutenção básica de motor de centro, balizamento II, nomenclatura IV, nós IV.


17.  Porque eu deveria aprender a velejar com a Oceano?

1. Por que Vela Oceânica é a nossa especialidade, o nosso foco e a nossa principal razão de existir.
2. Por que o Wind 34’ - OCEANO VI foi especialmente produzido para servir como Veleiro Escola.  É o barco mais moderno já produzido no Brasil em todos os tempos.
3. Por que a diversidade de cursos oferecidos por nós permite formar alunos para a todos os tipos de navegação - de águas abrigadas até o mar aberto.
4. Por que a carga horária do curso de iniciação é no mínimo o dobro dos cursos tradicionais de clubes de vela e é quatro a seis vezes maior do que os cursos oferecidos por escolas particulares.
5. Por que a nossa metodologia visa à busca da perfeição e da autoconfiança exigidas para a condução segura de um veleiro. Estes dois fatores são alcançados pela fórmula: pouca carga teórica x elevado número de repetições de manobra. A cada módulo você aprenderá cinco ou seis conceitos básicos e repetirá estes conceitos dezenas e dezenas de vezes até alcançar a perfeição.
O “antigo modelo” pedagógico utilizado no Brasil preconizava exatamente o contrário: muita teoria e pouca prática com baixo número de repetições de manobra.
6. Por que o instrutor é profissional da área de ensino e possui experiência de 26 anos como instrutor de vela e de 38 anos como velejador/competidor. As informações por ele passadas são claras, objetivas e relevantes.
7. Por que oferecemos inúmeras possibilidades de você continuar velejando depois de formado.
8. Por que oferecemos a nossa assistência em tempo integral, mesmo depois de formado. Você poderá contar conosco para as mais diversas consultas náuticas. Disponibilizamos uma linha direta através de telefone, e-mail e chat que poderá ser utilizada a qualquer hora do dia, inclusive para emergências ou situações de pane a bordo.
9. Por que disponibilizamos consultoria técnica “gratuita” para a compra ou para a montagem de veleiros. Avaliaremos os equipamentos, o estado das velas, do casco e do motor do veleiro antes de você fechar negócio.
10. Por que somos responsáveis por você. A partir do momento que você se inscreve em um de nossos cursos nos sentimos responsáveis pelo seu futuro dentro d’água e é por esta razão que oferecemos o máximo de apoio e comodidade.

11. Por que queremos que você aprenda a velejar de verdade e realize o seu sonho com muita segurança...