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segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Estação de Esgotos Serraria contribui com despoluição do Guaíba


A futura Estação de Tratamento de Esgotos Serraria, que estará funcionado plenamente em abril do próximo ano, possui tratamento terciário. Além da desinfecção do tratamento secundário, que elimina coliformes fecais até o padrão de 99%, retira nitrogênio, fósforo, DBO, DQO, sólidos suspensos e coliformes fecais. Com isto, atende aos padrões de tratamento do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) e recupera a qualidade do Lago Guaíba. 
Alguns pontos do Lago Guaíba, principalmente onde atualmente é lançado esgoto sem tratamento, são de Classe 4. O esgoto tratado e devolvido ao lago vai obedecer a um padrão de emissão Classe 2. Assim, irá contribuir com a despoluição do Guaíba e não comprometerá a qualidade do corpo receptor. Logo, está de acordo com o Plano de Recuperação proposto pelo Comitê do Lago Guaíba. (fotos)
O fato de o Dmae estar pleiteando a redução no comprimento do emissário final ocorre pelo Departamento ter alterado o projeto inicial da ETE que previa apenas o tratamento secundário, utilizando a alternativa UASB + decantação assistida. A opção foi pela tecnologia Unitank da empresa belga Keppel Seaghrs, que permitiu reduzir a área de ocupação da ETE e com isto elevar a cota topográfica e eliminar a estação de bombeamento de esgoto tratado. Com tais medidas, a redução no custo da obra foi avaliada em R$ 90 milhões. Antes de decidir por esta tecnologia, o Dmae consultou várias entidades ligadas ao saneamento que demonstraram entender adequadas e oportunas as iniciativas.